Dra. Gisele SabackNutricionista Agendar consulta

Proteína depois dos 40: por que ela passa a importar tanto

A partir dos 40 o corpo perde massa muscular com mais facilidade. Entenda como distribuir a proteína ao longo do dia e por que isso protege energia, ossos e metabolismo.

Por Dra. Gisele Saback, 29 de setembro de 2026. 1 min de leitura.

A massa muscular é um dos melhores indicadores de como vamos envelhecer. Ela sustenta a postura, protege os ossos, ajuda a controlar a glicose e é o que garante autonomia lá na frente, para subir escada, carregar neto e viajar sem limitação.

O problema é que, a partir dos 40, e de forma mais acentuada na transição para a menopausa, a mulher perde músculo com mais facilidade. A alimentação tem um papel direto em frear esse processo.

Não é só quanto, é quando

Muita gente concentra quase toda a proteína do dia no jantar. O café da manhã fica no pão com café e o almoço tem uma porção pequena de carne. O corpo aproveita melhor quando a proteína aparece bem distribuída nas principais refeições.

Algumas trocas simples para o café da manhã:

  • ovos mexidos ou omelete com legumes
  • iogurte natural com frutas e aveia
  • tapioca ou cuscuz com queijo branco e ovo
  • pão integral com frango desfiado

Fontes que funcionam na rotina

Carnes, ovos, peixes, laticínios, feijões, lentilha e grão-de-bico entram no plano. Combinar arroz com feijão continua sendo uma das escolhas mais inteligentes da mesa brasileira.

E o treino?

Proteína sem estímulo muscular rende pouco. O ideal é que a alimentação caminhe junto com treino de força, orientado por um profissional de educação física.

A quantidade certa para você depende de peso, função renal, nível de atividade e objetivo. Por isso essa conta é feita na consulta, e não em tabela da internet.

Compartilhar WhatsApp Facebook LinkedIn

Conteúdo educativo. Não substitui avaliação individual com nutricionista.

Continue lendo

Todos os artigos
Agendar consulta