Proteína depois dos 40: por que ela passa a importar tanto
A partir dos 40 o corpo perde massa muscular com mais facilidade. Entenda como distribuir a proteína ao longo do dia e por que isso protege energia, ossos e metabolismo.
A massa muscular é um dos melhores indicadores de como vamos envelhecer. Ela sustenta a postura, protege os ossos, ajuda a controlar a glicose e é o que garante autonomia lá na frente, para subir escada, carregar neto e viajar sem limitação.
O problema é que, a partir dos 40, e de forma mais acentuada na transição para a menopausa, a mulher perde músculo com mais facilidade. A alimentação tem um papel direto em frear esse processo.
Não é só quanto, é quando
Muita gente concentra quase toda a proteína do dia no jantar. O café da manhã fica no pão com café e o almoço tem uma porção pequena de carne. O corpo aproveita melhor quando a proteína aparece bem distribuída nas principais refeições.
Algumas trocas simples para o café da manhã:
- ovos mexidos ou omelete com legumes
- iogurte natural com frutas e aveia
- tapioca ou cuscuz com queijo branco e ovo
- pão integral com frango desfiado
Fontes que funcionam na rotina
Carnes, ovos, peixes, laticínios, feijões, lentilha e grão-de-bico entram no plano. Combinar arroz com feijão continua sendo uma das escolhas mais inteligentes da mesa brasileira.
E o treino?
Proteína sem estímulo muscular rende pouco. O ideal é que a alimentação caminhe junto com treino de força, orientado por um profissional de educação física.
A quantidade certa para você depende de peso, função renal, nível de atividade e objetivo. Por isso essa conta é feita na consulta, e não em tabela da internet.
Conteúdo educativo. Não substitui avaliação individual com nutricionista.